Gostei muito da discussão criada pelo blog Sender 11. Nele, Morten Hjerde diz que ícones mortos tem que morrer. Para começar, Morten entende como ícone morto qualquer ícone que não informa a atual condição de seu conteúdo interno e é meramente ilustrativo. Ou seja: a maioria absoluta dos ícones que conhecemos. Como exemplo de ícones vivos, temos alguns dos ícones do iPhone (sempre ele, né?). O ícone do calendário informa a data do dia e o ícone do tempo informa a temperatura da localidade escolhida por você.

Pensando assim, o ícone do relógio também poderia mostrar as horas, o do mapa mostrar sua localização e por aí vai. Adorei essa discussão e agora quero ressucitar a maioria dos ícones nos wireframes que já criei. E você?

Link: Dead icons must die!



3 Responses to “Ícones: você prefere os seus mortos ou vivos?”  

  1. Realmente, vendo desse ponto de vista teremos que revisar bastante coisa, nem todos os ícones podem mostrar estados ou previews, tem programas que não fazem sentido fazer isso, o Word por exemplo, mas temos varios que poderíamos trocar e em diversos dispositivos.
    Ótimo texto e Blog.
    Abraços

  2. Eu não. A função dos ícones ainda é apenas ilustrar a função dos programas que eles representam, não substituí-los. Em alguns raros casos é até interessante essa idéia de “ícones vivos” como um plus, mas acho que na maioria deles seria inútil.

  3. concordo ate pq de que nos serveria o proprio programa ou funçao se o essencial estivesse directamente no icon? claro que no caso da data e das horas era util mas n ha muitos mais casos em


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