Link: Methodologie


Muito bacanas as novas funcionalidades de visualização de vídeos do YouTube.

A primeira, intitulada de “Luzes apagadas”, faz o que o nome diz, apaga a luz do site para você ver o vídeo com mais conforto – e muito mais foco, né?

A segunda, “Vista de teatro”, é mais para fazer graça: transforma a página em uma salinha de teatro.

O mais legal destas funcionalidades é que elas aplicam o comportamento dos usuários no mundo off para dentro do site e não tem como não curtir isso, né?

Se quiser ver as funcionalidades em ação, experimente com o vídeo abaixo.

Link: Steve Jobs’ 2005 Stanford Commencement Address

(aproveite para ver o discurso do Steve, se você ainda não viu!)

Via Google Discovery.


Kick it!

06nov08

Tem alguma coisa melhor do que chegar em casa no fim de um dia cansativo e chutar o sapato longe? Depois que a gente cresce tem que parar com esse hábito delicioso porque sim, né?😦

O bacana é que alguém observou este comportamento tão comum entre tantos usuários e conseguiu criar uma solução para este hábito bagunceiro: um porta-sapatos que você tem que chutar o seu sapato pra dentro dele. 

Não é demais? Eu quero um!

Link: Kick it!


Educar clientes

03nov08

Três coisas interessantes que encontrei ultimamente e que acredito que são boas formas de mostrar para os clientes menos experientes perspectivas diferentes sobre o nosso trabalho:

1. web.without.words

O designer Paul Armstrong decidiu criar o site web.without.words para mostrar aos seus clientes a importância de uma boa estrutura, ignorando o que poderiam atuar como distrações (textos e imagens). Nós arquitetos de informação podemos aproveitar o trabalho do Paul para educar os nossos clientes também, não?

Link: web.without.words

2. Uma excelente imagem

A famosa frase que uma imagem vale mais do que mil palavras se aplica muito bem a imagem abaixo. Quer forma mais simples de apresentar o trabalho de um arquiteto de informação? Achei genial.

Link: Designing for Everyday Life

3. The UX iceberg

Vi esta pequenina apresentação no blog da Lu Cattony e achei excelente para apresentar para os clientes.


 

“the adjustement of all parts proportionally so that one cannot add or subtract or change without impairing the harmony of the whole“

Leon Battista Alberti, 1435

 

Diante desta citação, estou aqui pensando que – ao criar boas arquiteturas – também criamos bonitas arquiteturas (isso, é claro, se o designer der uma mãozinha, né?) 

Em algumas coisas a gente não mexe.


Form Fail

16out08

Do excelente Fail blog.


 

Para quem trabalha ou se interessa pelo design de interação para celulares: a Nokia escreveu um pequeno artigo que mostra alguns exemplos do que eles acreditam que são boas práticas para celulares.

Link: Mobile Design Showcases

Via Sender 11.


Simplicidade

15out08


Se você tem vontade de estudar design de interação na Europa, este post é para você. Encontrei um mapa com as escolas, instituições e universidades onde você pode estudar por estas bandas. Eu recomendo!

Via The Cosmonaut.


O site da Canon mostra um tutorial de como eles criam os protótipos de suas câmeras. Que legal deve ser o trabalho deles!

Link: Balsa Wood Mock-up Modeling Tutorial (canon.com)

Via Small surfaces.


Além de elevar a auto estima, incentivar a estudar, pesquisar e a manter-se sempre atualizado, blogs também são excelentes para ajudar a conhecer o mercado da área em que você atua. Pensando nisso, perguntei aos arquitetos de informação que assinam a lista de emails “Arquitetura de Informação” quem tinha blog. Para minha alegria muitos tinham. Abaixo você vê a lista de arquitetos e seus blogs, em ordem alfabética:

Blogs que tratam de Arquitetura de Informação e temas relacionados:

Ale Nahra – Ale Nahra

Alexandre Berbe – Web Librarian

Alexandre Miranda – Usabilidade no dia a dia

Alexandre Saddi – Alexandre Saddi – betablog

Any Zamaro – Tic Tac da Web

Marco Antonio de Queiroz (MAQ) – Bengala legal

Camilo Oliveira – Design coletivo

Carla Martins – Arquitetura de Informação

Carolina Leslie – PetitPois

Ceila Santos – Mídia Social

Daniel Melo Ribeiro – ARRGH… é GASTREET

Daniel Mendes – Daniel Mendes

David Kato – David Kato

Eduardo Loureiro e alunos da pós-graduação em Design de Interação da Puc-Minas – Design de Interação

Eduardo Santos – Agni.art

Evertt de Sousa – Evertt de Sousa

Grazziani Colombo – Criativo Punk

Guilherme Marques – Guilherme Marques

Gustavo Gawry – Gawry.com

Helio Costa – Cuiabá 71

Iris Coldibelli – Iris digital

Jackson Medeiros – Jackson Medeiros Weblog

João de Freitas Neto – jdfreitas.com

Laura Lessa – Nine out of ten

Lia Siqueira – Repositório da Lía
 
Lilian Simão – Interação e Usabilidade

Luciana Cattony – Planta Baixa

Luciano Lobato – Na hipermidia

Luciana Ribeiro – Paperframe

Luiz Agner – Luiz Agner

Luiza Voll – WebLuv

Marcelo Sander – Mercado Web Minas

Paola Sales – Paola Sales

Pedro Rogério – Pinceladas da web e CSS no Lanche

Rafael Rez Oliveira – Ex Vertebrum

Ricardo Saldanha – Intra 2.0

Rogério Pereira – Rogério Pereira

Sílvia Melo e equipe da Agência Click – Arquitetura de Informação

Uilton Dutra – Uilton

Faltou o seu? Deixe o link nos comentários!


Um exercício interessante: tentar adivinhar quais serão os serviços e os produtos web que a gente vai utilizar no futuro.

Parei para pensar nisso ao encontrar os seguintes sites:

Best friends again – Clonagem de cachorros

My wonderful life – Planeje o seu funeral online


Aqui no trabalho decidimos experimentar fazer um card sorting presencial, mas utilizando uma ferramenta online. Por quê? Para otimizar o nosso tempo que é curto, principalmente na avaliação dos resultados.

Para isso, resolvi analisar duas ferramentas online e vou contar aqui para vocês algumas das minhas conclusões.

Sites analizados: OptimalSort e WebSort

OptimalSort

Vantagem:

  • Possibilidade de criar um questionário antes de iniciar a atividade (e de depois filtrar os resultados de acordo com os resultados do questionário).

Desvantagens:

  • Apenas um tipo de exibição de resultados (e bem pobre)
  • Em flash

Interface do card sorting da OptimalSort:

WebSort

Vantagens:

  • Diversos tipos de exibição de resultados
  • Image sorting – o mesmo que o card sorting só que, ao invés de utilizar etiquetas, se utilizam imagens
  • Possibilidade de mover as categorias, colocando uma acima da outra, por exemplo
  • O usuário só pode salvar as informações após terminar a atividade

Image sorting do WebSort. Nice!

Desvantagens:

  • Criação do projeto um pouco menos intuitiva
  • Ausência de questionário
  • Em flash

Interface do card sorting do WebSort:

O escolhido

Por exibir o resultado em formatos muito mais interessantes, optamos pelo WebSort. O que mais gostamos no OptimalSort foi o questionário mas, como no nosso caso a equipe estará presente durante a atividade, se quisermos poderemos aplicar um questionário de alguma outra forma.

Qualquer estudo é melhor que nenhum estudo

Por isso, não tenha preconceitos e comece a utilizar ferramentas que possibilitam que você aprenda mais sobre o seu projeto, quer isso seja da maneira ideal ou não.

Os dois sites têm versões gratuitas, mas, é claro, com algumas limitações (nada que te impossibilite de realizar a atividade).

Se você por acaso vai utilizar ou já utilizou alguma das duas (ou as duas) ferramentas, conte como foi a sua experiência nos comentários!


Fiquei aqui pensando com os meus botões que agora essa piadinha infame utilizada pelos técnicos em informática não é mais verdadeira. Hoje, se há algum problema de entendimento na utilização de sistemas, sites ou programas, o problema está é no arquiteto de informação. Tô certa ou tô errada?

Link: PEBKAC

Alguém atualiza a Wikipédia.


Novos usos

26set08

O que fazer quando o produto que você lançou passa a ser utilizado de uma forma diferente da que você planejava?

Outro dia passei por uma situação que me fez pensar muito sobre isso. Eu recomendei aqui no blog o Scrnshots, alguém se lembra? O objetivo do site é o de compartilhar inspiração online salvando screenshots. Recém-lançado, eu já virei heavy user do produto e passei a armazenar tudo o que me inspirava: sites, programas e imagens de moda e decoração.

Não é que em um belo dia eu recebo um email mal-criado do site dizendo que era proibido fazer scrnshots de temas que não fossem relacionados ao design de sites e programas e que se eu não apagasse minhas imagens de moda e decoração eles iriam fazer isso na manhã seguinte?

Fiquei muito impressionada com 2 coisas:

  • Como eles não conseguiram comunicar claramente seu objetivo na home
  • Com a falta de tato ao conversar com seus usuários

Respondi o email dizendo que, ora bolas, eu era a usuária e que minha inspiração não era limitada. Eu estava armazenando tudo que me inspirava. Escrevi também que o criador de um produto não tem controle sobre como o usuário irá utilizá-lo. O inventor da Bic imaginava que a mulherada ia usar a caneta para prender o cabelo?

Eu, crente que meu email estava completamente convincente, recebo uma resposta broxante, dizendo que estas são as regras do site e que eles não podem fazer nada. Agora para armazenar minha inspirações sobre outros temas tenho que marcá-las como inapropriadas, assim só eu as vejo. É mole?

O pior é que eu não consigo parar de usar o bendito do site.

Vocês já passaram por algo assim? Concordam comigo ou com os donos do site? Até que ponto devemos limitar os usos de nossas criações?

Espero a participação de vocês nos comentários.

Sr. Inventor do guarda-chuva, estão utilizando seu produto como flores em uma árvore. Briga com eles!




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